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sábado, 15 de agosto de 2009

A bailarina de vermelho para presidenta do Brasil

Resenha que escrevi aqui

Matéria na Revista Bravo! aqui

(Sou super fã!!!)

domingo, 3 de maio de 2009

“Todos nós somos “teatro” e artistas de todas as artes. Todo ser humano pode fazer o que um outro faz. O importante é fazer sempre, e cada vez melhor, do que si mesmo. É esse lado humanista que interessa ao Teatro do Oprimido”.

E viva Boal!!! Viva, viva, viva!!!

Há mais ou menos dois anos atrás tive um encontro muito lindo com o Augusto Boal numa série de palestras sobre a Teatralidade do Humano que ocorreram no Espaço Oi Futuro no Rio de Janeiro. Segue o link para a matéria que escrevi na ocasião:

http://almanaquevirtual.uol.com.br/ler.php?id=5313&tipo=&BOAL+E+A+TEATRALIDADE

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Diaz + Coutinho + Tchekhov + Galpão + Como vai você?

Eu também vou para Moscou, mas a minha porta tem maçaneta. Só preciso, na verdade, dominar melhor o idioma, obter o visto e comprar a passagem. Eu vou (!). É sério. Eu vou.

http://www.etudoverdade.com.br/

PS: tá foda essa associação histórica à minha música!

quinta-feira, 12 de março de 2009

O filhote de elefante

"POLLY - Para que a arte dramática possa ter pleno efeito sobre vocês, solicitamos que fumem o quanto quiserem. Os intérpretes são os melhores do mundo, as bebidas não são falsificadas, as cadeiras são confortáveis. Apostas sobre o desfecho da ação podem ser feitas no balcão do bar. A cortina de fim de ato fechará conforme as apostas do público. Pode-se dizer também não dar tiros no pianista, ele faz o melhor que pode. Quem não compreender logo a ação não precisa quebrar a cabeça: ela é incompreensível. Se desejam ver somente algo que tenha algum sentido, vocês devem se dirigir ao mictório. O dinheiro do ingresso não será devolvido em hipótese alguma. Aqui está o nosso camarada Jip, que tem a honra de interpretar o filhote de elefante. Se vocês acham que seu papel é difícil, eu lhes digo apenas isso: um artista de teatro deve ser capaz de tudo.

SOLDADO - Bravo!

POLLY - E aqui, Jesse Mahoney no papel da mãe de Jackie Pall, o filhote de elefante. E Uria Shelley, o maior conhecedor de hipismo internacional, que faz o papel da lua. Além disso, vocês terão ainda o prazer de ver eu mesmo, no importantíssimo papel de uma bananeira."

(...)

"SOLDADOS - Nós queremos nosso dinheiro de volta. - Encontrem para o filhote de elefante um final mais decente, ou vocês têm dois segundos para colocar todo o nosso dinheiro aqui em cima das mesas, ouviu, lua de Cooch-Behar!"

Trechos de "O filhote de elefante", apêndice para "Um homem é um homem", comédia de Bertolt Brecht.